quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Diga Não à Caça por Esporte
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Que a Nossa Felicidade Seja Eterna
Nascemos para sermos felizes. Existe no cérebro de todo ser humano um sistema que é específico para que desenvolvamos a função felicidade. Como conquistamos essa felicidade, cabe a cada um de nós. É algo que nos deixa física e mentalmente satisfeitos.
Nossa felicidade é individual, por mais que a expressemos, apenas quem está sentindo é quem compreende perfeitamente, pois, como todo sentimento, só conhece quem sente. Outra pessoa pode está feliz pelo mesmo motivo que você, porém é diferente, porque cada ser humano funciona de forma diferente.
Se realmente queremos ser felizes, devemos encontrar saúde para o corpo e a mente, provocando um bem estar geral.
Adquirindo sempre conhecimento, saberemos como sermos felizes. Afinal, estamos sempre aprendendo e buscando a nossa felicidade e a de quem amamos.
Que a nossa felicidade seja eterna.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Sinceridade Infantil
As mesas sempre estavam repletas de doces e salgados.
Estive presente com minha família em algumas.
Meu irmão que na época estava com cinco anos, se aproximou do nosso pai, estendeu o braço e o entregou um salgado ao mesmo tempo em que falou:
- Toma pai. É melhor do que nada.
Na frente de tantos convidados, nosso pai nada pode fazer, a não ser, pegar o salgado.
A sinceridade infantil é maravilhosa.
sábado, 8 de maio de 2010
A Mulher
No entanto, eu diria que buscando muito mais de forma estética, pois precisa, tem necessidade de sentir-se mais bonita, mais feminina. Com isso cultua o corpo, principalmente cabelo, pele e peso ideal.
Mas nem sempre foi assim, vem mudando através das décadas. Antes, no início do século XX, não davam muita importância para isso. Já nos meados do mesmo século, começaram a se preocupar, alguns homens enxergaram a beleza feminina de forma que poderia ganhar algum dinheiro, então, começou a cuidar mais da aparência da mulher, que de lá pra cá, vem sendo muito mais bem cuidada.
A mulher precisa ser mais bela, sentir-se poderosa, vestir-se de forma que se sinta bem. Pois o que de fato importa é sentir-se feliz, valorizando-se de acordo com os desejos dela, sendo acima ou abaixo do peso, alta ou baixa. Cuidando sempre da saúde.
Ser mulher é maravilhoso, ou melhor, é ser maravilhosa!
A maturidade feminina que é alcançada a partir dos trinta anos, transforma sua forma de pensar, de agir, de enxergar o mundo à sua volta. Torna-se mais segura e poderosa. Sabe o momento certo de dirigir suas palavras, embora falha algumas vezes, geralmente devido a ansiedade. Com um olhar diz tudo e ler tudo no olhar do outro. Tem o sexto sentido, sim. Não é tão fácil enganar uma mulher após os trinta anos, a não ser que ela permita.
Adora elogios e sabe quando são sinceros. Gosta de ser cortejada.
Com o passar dos anos torna-se mais experiente.
Dedica-se completamente a quem ama especialmente seu esposo e filhos.
Tolo é o homem que deixa essa mulher escapar. Sábio o que a ama com todo o seu fervor.
"Querida, Encolhi as Crianças!"
Em minha infância, estudei em um colégio administrado por religiosas católicas. Adorava estudar naquele ambiente. Era muito agradável. Ainda o é hoje em dia. Depois que saí de lá, demorei a voltar. Não para estudar, mas para visitar a feira de ciências. Nesta ocasião, eu já era adulta. Foi quando meu irmão mais novo (na época acho que ele estava com dez anos) me convidou para assistir a uma apresentação do trabalho dele, que por sinal foi excelente.
Ao entrar no colégio tive um sentimento estranho. Por que tudo estava tão diferente? O que havia acontecido? Muita coisa havia mudado, pensei. De fato, constatei que quem havia mudado era eu. Eu havia crescido.
Vi que o colégio não estava tão diferente. Mas parecia que havia sido atingido pelo raio do filme “Querida, encolhi as crianças!” Parecia bem menor que as imagens guardadas em minha memória. Agora tenho registradas as duas dimensões do colégio, que na realidade são uma só.
Hoje percebo o quanto é bom ser criança. Mesmo quando crescemos e vemos que as coisas não são exatamente como imaginávamos.
